Dr CEP

Janeiro/2018

Integrando os sistemas como estratégia de negócio

Em algum momento da vida, todos nós já reclamamos do mau uso do dinheiro público, não é mesmo? Aliás, com razão, já que esse dinheiro é fruto do esforço e da riqueza produzida por nosso povo. Não podemos permitir que ele seja desperdiçado. Mas, como anda o desperdício dentro de nossa empresa? Temos procurado gerar índices que nos ajudem a revelar os níveis de desperdícios dentro daquilo que produzimos? O interessante é que o desperdício é conseqüência de comportamentos e hábitos que, muitas vezes, ninguém vê, ninguém toca, mas todo mundo já ouviu falar. E quando aparecem, podem causar danos terríveis para uma organização.

Quando passamos a monitorar os custos daquilo que produzimos, olhando num período maior, como um ano, por exemplo, é possível detectar a economia que uma redução de 10% num determinado consumo pode trazer para a empresa. Mas, onde achar o desperdício? Bem, há algumas áreas onde é muito comum detecta-lo: tempo, dinheiro, recursos (água, energia, matéria-prima), espaço, idéias, retrabalhos, talentos e muitas outras. E como evita-lo? Há uma estratégia simples: mudar comportamentos e hábitos, pois pequenas ações trazem grandes resultados. Por isso, os programas de qualidade e melhoria contínua preconizam, em sua essência, o envolvimento e conscientização dos colaboradores da empresa, pois só assim os resultados aparecerão. Enquanto houver alguns lutando contra o desperdício, e outros sem o menor interesse, todos irão sofrer com as conseqüências e a empresa estará em sérios apuros.

Vamos lá?




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Amostras e Subgrupos

Quando criamos cartas R, que tamanho de amostra deve ser estipulado? - Leve em consideração o tempo e o custo de coletar dados de uma amostra, e a quantidade de dados que serão obtidos. Normalmente, cartas R são utilizadas com amostras de tamanho menor que 10.


Até a próxima!

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